segunda-feira, 27 de outubro de 2008

[REVIEW] Fable 2


De um Herói do Bem a um demônio terrivel do Mal!

Todos nós, jogadores, sonhamos com o dia em que será possível ter uma vida paralela em um mundo virtual. Hoje em dia os massivos multiplayer tentam suprir esta demanda, mas ainda assim não chega ao que alguns gostaria de ter de fato em um game eletrônico. Na geração passada, Peter Molyneux acabou desiludindo alguns milhares de jogadores com sua inovadora proposta: Fable. A promessa era de que seria possível criar um personagem e seguir com sua vida da infância até sua velhice, deixando herdeiros no mundo e tornando-se uma verdadeira lenda. Infelizmente tudo não passou de uma fábula –- rá! -– e o título saiu um pouco diferente do que muitos imaginavam. Vejam bem, não estamos falando que o game é ruim... pelo contrário, é até hoje um dos melhores títulos de RPG e ação já lançados pelas mãos da Microsoft -- mas é inegável que sua realização foi muito abaixo da expectativa gerada durante seu desenvolvimento.

O tempo passou, a indústria de games amadureceu mais um pouco e a nova geração de consoles surgiu, mais poderosa do que a anterior permitindo que os desenvolvedores pudessem criar tudo aquilo que tinham em mente, ou pelo menos assim se imaginava. Recentemente tivemos o lançamento de Fable II, seqüência do action-RPG lançado pela Lionhead para o Xbox e PC, trazendo mais uma vez uma leva de grandes promessas feitas por Peter Molyneux.

No entanto, a abordagem foi um pouco diferente: deixou-se de lado aquela conversa megalomaníaca de ter uma vida paralela dentro de um jogo dando espaço para uma temática mais fantasiosa em relação a tudo isso. O título trouxe inúmeras melhorias em relação à sua primeira versão, incluindo algumas das promessas não antes cumpridas. Mas a grande dúvida fica por conta do resultado final: terá Peter Molyneux criado um verdadeiro clássico, ou ficamos mais uma vez a ver navios?

Como comentamos, a abordagem de "Fable 2" é um pouco diferente. A história de jogar com seu personagem desde criança foi tratada de maneira mais explícita -- não como uma possibilidade inovadora, e sim como um complemento para a história do game. Sim, você começa como criança, faz algumas ações e é nesta fase que sua motivação para jogar até o fim é revelada, mas a coisa para por aí. O mundo não muda drasticamente com suas ações, tampouco a maneira com que o personagem se desenvolve posteriormente. A coisa toda é apresentada como um bem feito tutorial que serve de introdução para o mundo de Albion, que com o passar do tempo se mostra bastante vivo e rico em detalhes.

A história acontece centenas de anos após os eventos do primeiro título. Isso significa que as cidades, as pessoas e todo o resto evoluíram. No lugar de armaduras pesadas temos roupas finas e bem costuradas. As armas de fogo aos poucos assumem o lugar dos antes indispensáveis arco e flecha. Mas isso não significa que algumas de suas principais características foram deixadas de lado. A magia não é mais tão comum, ficando restrita a pessoas que contam com dons especiais, os chamados heróis. É claro que o termo é bastante dúbio no mundo de "Fable II", já que você pode ser um herói bondoso e compreensivo, como também um herói maléfico e sanguinolento. Enfim, suas ações e escolhas moldam sua personalidade e esta continua sendo uma das grandes sacadas do game.

A jogabilidade sofreu algumas modificações interessantes em relação ao original. O combate é dividido em três categorias: corpo-a-corpo, à distância e através de magia. Todas as ações de combate corpo-a-corpo são executadas somente com o botão X, enquanto as ações de combate à distância ficam restritas ao botão Y, deixando o botão B para magias e o botão A para esquiva. É possível travar a mira em um único inimigo utilizando do gatilho esquerdo enquanto o gatilho direito recolhe as esferas de experiência que caem quando seus adversários são derrotados, possibilitando também a troca dos diversos níveis de magia em tempo real.

O fato é que o novo sistema deixou o jogo mais dinâmico e o que parece simples até demais no início, começa a tomar uma forma completamente diferente depois de um tempo. Acontece que o jogo oferece algumas opções de evolução um pouco mais lineares do que o game anterior, que possuía caminhos bastante diversos. Apesar disso não podemos dizer que o jogo ficou limitado com esta nova implementação. A evolução de cada uma das opções traz mudanças realmente significativas, como se tivéssemos habilidades dentro de habilidades, que vão surgindo conforme o jogador evolui seu personagem em dada direção.

É possível escolher uma única forma de evolução, como também é fácil evoluir todas as habilidades de maneira equilibrada. Isso acontece graças ao novo sistema de experiência implementado nesta versão. As habilidades estão classificadas em três categorias básicas, Strength, Skill e Will. Strength abrange todas as habilidades relacionadas ao sue porte físico, Skill reúne suas habilidades manuais como mirar e ser mais rápido enquanto Will envolve suas habilidades mágicas. Cada categoria é representada por uma cor -- Azul, Amarelo e Vermelho respectivamente. A grande jogada é que, se o jogador detonar seus inimigos usando somente golpes de espada então ele soltará mais esferas azuis, ou vermelhas caso liquide todos com magia e amarelas, com o uso de armas de longo alcance.

Seguindo este princípio, o jogador terá uma evolução mais voltada para aquilo que faz mais uso, podendo definir melhor seu estilo de jogo. Existem também as esferas verdes que somam experiência à todas as outras categorias, equilibrando ainda mais o sistema. Em pouco tempo o jogador acaba percebendo que seu personagem evolui em uma linha basicamente definida por suas ações durante os combates, algo que acaba se encaixando perfeitamente com a proposta do jogo.

E não é só a evolução do personagem que prossegue de forma variada e pouco linear. O andamento da história também conta com inúmeras subquests que podem ser concluídas em qualquer ordem, independente dos acontecimentos. O jogador pode adiar um assunto mais importante para concluir 5 outros mais simples, tudo depende do que você espera em termos de exploração. Apesar disso, "Fable II" se mostra bastante curto sendo este um dos seus principais pontos fracos. Caso você queira seguir única e exclusivamente a história principal, então terá em suas mãos uma média de 10 horas de jogo, muito pouco para um RPG. É claro que a graça da franquia é justamente explorar o rico e variado mundo de Albion e acreditem, não são poucas as opções neste segmento.

A estrutura de "Fable II" é bastante complexa, apesar de ter um funcionamento bastante amigável. O jogador pode fazer inúmeras coisas dentro do game que sejam totalmente independentes da história principal. É possível assassinar, roubar, ajudar, fazer doações, apaixonar-se, destruir corações, comprar uma ou várias casas caso seu dinheiro permita, abrir seu próprio negócio e até mesmo fazer sexo, casar e ter herdeiros. Independente de sua duração na história principal ou mecânica de batalha, o brilho do título vem na verdade da interação com o mundo à sua volta. O jogador pode sim, terminar o game em 10 horas e concluir sua trama principal, mas vai perder inúmeras coisas bacanas disponíveis no início, meio e fim do game.

Assim como no primeiro game, a aparência física de seu personagem muda conforme sua índole, mas de uma forma um pouco mais amena nesta versão. Podemos dizer que as mudanças estão um pouco mais sutis em relação ao rosto do personagem, que apresenta um número de detalhes bem maior. Isso porque não é só levado em conta as variantes como ser bom ou mau, mas também fatores como ganância e generosidade. O personagem pode ser uma pessoa bondosa, porém interesseira e mesquinha. Da mesma forma que ele pode ser extremamente violento e malvado ao mesmo tempo em que é generoso com os aldeões. Enfim, as possibilidades foram multiplicadas e isso permitiu que o game apresentasse uma interatividade ainda maior entre personagem e NPCs. As reações também estão mais reais assim como a quantidade de ações possíveis na hora de interagir com os aldeões. Ao levantar a cabeça de um conhecido e temido bandido o personagem vai aos poucos ficando mais conhecido ganhando assim um nível de fama maior. Da mesma forma que nem todo o tipo de roupa deixará seu personagem atraente, podendo tornar-se ainda ofensivo para as demais pessoas.

Uma inclusão interessante fica por conta das relações sexuais entre o personagem e suas parceiras (ou parceiros, quem sabe). O personagem pode fazer sexo com aqueles que possuem certo nível de afinidade, mas isso envolve um risco. Ao fazer sexo com as mulheres, existe a possibilidade de que ela fique grávida, fazendo de você o mais novo papai do pedaço. Porém, dependendo da índole da rapariga, também pode acontecer do seu personagem contrair algum tipo de doença venérea, espalhando então esta praga para todos aqueles que mantiverem relações com você. Felizmente existe um recurso simples e utilizado não só no jogo, mas também na vida real: a camisinha! Pois é, o game ainda mostra de forma prática e divertida as conseqüências daqueles que não praticam sexo seguro. Uma forma interessante de conscientizar a molecada sobre os riscos do sexo sem camisinha, além de acrescentar um tipo de realismo inusitado ao game.

Podemos dizer que o game oferece um nível de exploração bem maior que o anterior. Além das cavernas protegidas por guardiões, que pedem inúmeras tarefas para que sua passagem seja liberada, existem também vários baús espalhados pelo mundo de Albion. Alguns podem ser abertos livremente enquanto outros requerem uma quantidade específica de chaves de prata, também encontradas em locais bastante escondidos no jogo. A via de regra, quanto maior é o número de chaves necessárias para abrir o baú, maiores são seus prêmios, portanto é preciso ficar de olho e marcar o lugar onde tudo isso está acontecendo.

Mas é claro que achar estes baús e principalmente as chaves de prata não é tarefa das mais fáceis. Para isso o jogador conta com uma ajuda indispensável: seu cachorro! Muito foi falado sobre ele durante o período de desenvolvimento e agora podemos ter uma noção melhor de como funciona a mascote durante a aventura. Em primeiro lugar, não existe maneira de controlar diretamente o cachorro durante suas andanças por Albion. Ele possui uma inteligência artificial própria e tenta, na medida do possível, ajudar o jogador durante sua incursão nos cenários. Ele pode eventualmente atacar seus adversários caso eles estejam caídos no chão, mas o seu principal "uso" está relacionado justamente na exploração dos cenários. Seu cão mostrará freqüentemente a localização de baús e chaves escondidas, além de farejar objetos enterrados em determinadas partes do terreno, que podem então ser desenterrados com o uso de uma pá.

Sua mascote também apresenta um papel importante na hora de interagir com outras pessoas. O jogador pode lhe ensinar alguns truques, mediante a aquisição de livros especiais, permitindo que o cachorro faça algumas gracinhas, entretendo os demais personagens. Por exemplo, se você tocar uma música perto dele ele vai ficar pulando como um coelhinho, como se estivesse dançando ou então cobrirá o nariz no caso do personagem principal soltar seus gases. Apesar da adição ser interessante, algumas coisas não foram muito bem pensadas. O seu cachorro, por exemplo, vive sumindo em certos momentos, principalmente durante as batalhas. Ele simplesmente desaparece e reaparece tempos depois, correndo em sua direção. Isso torna a possibilidade de que ele ataque seus inimigos simplesmente inútil em alguns momentos. O pior é quando ele some em ocasiões normais, sem mais nem menos. Um fato curioso aconteceu conosco logo no início do jogo. Uma das possibilidades presentes no game é de adquirirmos uma pequena bola de borracha para brincar de "pega" com o cachorro. Nós jogamos a bola em um lago e lá foi ele buscar, todo contente. A surpresa, no entanto, foi ver o cachorro nadar para longe, longe até desaparecer por completo de nossa vista. Obvio que ele reapareceu depois, mas foi muito estranho ver este tipo de coisa acontecer.

Apesar de bem bacana e bem construído, "Fable II" possui alguns pequenos problemas de acabamento como este. O sistema de atalhos, por exemplo, dá bastante dor de cabeça ao jogador. Nem sempre as opções que aparecem ali são as que o jogador realmente precisa. Isso geralmente ocorre porque o jogo demora um pouco na hora de travar em algum objeto ou pessoa, fazendo o jogador perder a chance de executar alguns tipos de ação. Muitas das vezes você passa por um objeto como um livro e ele não fica da cor necessária, indicando que ali pode haver uma interação. Você acaba passando direto e por fim não pega o objeto que pode ser ou não bastante útil em sua jornada. Isso dificulta um pouco a exploração dentro de recintos fechados já que nem sempre ficamos sabendo o que podemos e o que não podemos interagir.

O sistema de colisão não chega a ser dos mais confiáveis. Não é raro ver modelos atravessando modelos ou simplesmente ficando presos em certas partes do cenário. Isso acontece bastante com o cachorro que freqüentemente atravessa algumas partes do cenário. O pior é quando acontece o contrário e algum NPC acaba prendendo seu personagem em algum canto do cenário. Enfim, jogos onde seu mundo é aberto geralmente temos estes pequenos problemas de acabamento, mas não chega a ser algo que de fato atrapalhe a jogabilidade, apesar de bastante visíveis.

A parte cooperativa funciona bem, apesar de não ser a sétima maravilha do mundo. Os jogadores podem interagir trocando itens e participando de quests juntas. Isso permite jogadores mais experientes ajudarem jogadores mais novos na luta contra inimigos mais fortes, ou podem simplesmente cobrarem pelo serviço. Lembre-se, sua índole é freqüentemente testada e isso inclui a interação com outros jogadores. É possível fazer inúmeras alterações no que diz respeito à partilha de experiência e ouro adquirido durante as missões, fato que deixou a parte cooperativa mais equilibrada.

O modo é divertido, mas não apresenta nenhuma novidade realmente relevante, e já que o game é curto, as missões acabam ficando bastante repetitivas depois de um tempo. De uma maneira ou de outra ele acaba por "ajudar" o jogador a terminar o game mais rápido do que faria sozinho. Além disso, a câmera neste modo não ajuda muito já que a tela não fica dividida. Desta forma, ela fica sem conseguir acompanhar os dois jogadores, dando prioridade a um deles, fato que na prática se torna um verdadeiro desastre em alguns momentos.

Apesar de pisar na bola no cooperativo, até que a câmera se porta bem com apenas um personagem. O jogador tem total controle sobre ela e de uma maneira geral, ela funciona bem na maior parte do tempo. Talvez a única ressalva que possa ser feita neste sentido se dá em relação à visão em primeira pessoa na hora de usarmos as armas de ataque a longo alcance. Esta função não está disponível logo de cara, exigindo que o jogador evolua sua Skill até que a mecânica esteja disponível. Ela dá ao jogador a chance de mirar diretamente em seus adversários, mas por vezes ela se apresenta bastante lenta e de funcionamento duvidoso já que o próprio game apresenta um sistema de trava automático, dificultando assim a manipulação da mira.

O design dos menus é bastante simples, mas a impressão que dá é de que eles não são tão funcionais quanto poderiam. O jogador precisa entrar em vários menus seguidos para conseguir manipular suas roupas ou usar certos itens. Além disso existe um pequeno delay cada vez que o jogador entra no menu, tornando a repetição desta ação um pouco chata. Mas o que talvez mais aborreça é o mapa das cidades. Ele é desprovido de detalhes apesar de mostrar as localizações principais ali existentes. Além disso o game não possui um mapa mundi, ou mapa global, onde seja possível ter uma identificação visual da posição das várias cidades e localidades presentes no jogo. Tudo é dividido através de cenários isolados, listados apenas por seus nomes e não por uma localização. É difícil imaginar o mundo de Albion sem a ajuda destes recursos e isso com certeza contribui para deixar a história ainda mais rasa.

As texturas utilizadas em "Fable II" são bem bacanas, além de apresentar um visual bastante detalhado e diversificado. É notório que o jogo preza por uma apresentação mais cartunizada, portanto não dá para exigir muito realismo em sua realização. Mas ainda assim temos uma iluminação bem bacana, com alguns efeitos legais de luz volumétrica, HDR, dentre outras técnicas que só deixam o jogo ainda mais bonito. A física também faz bem o seu papel, principalmente durante as lutas e na execução das magias, como é o caso da Force Push, que joga para longe seus inimigos. Aliás, o visual das magias é uma das coisas mais impactantes durante as lutas, alterando completamente a iluminação à sua volta e criando um verdadeiro show de partículas.

Infelizmente ainda existem problemas que precisam ser citados. A colisão entre modelos já foi citada anteriormente, criando algumas situações bastante desagradáveis, tanto visualmente quanto em relação à jogabilidade. As animações também variam do ótimo ao tosco. Existem muitas quebras e encaixes bastante aparentes, vistos com certa freqüência pelo jogador. Em nível de teste, é só fazer com que seu cão pule de algum barranco. Ele parece ficar travado em uma única posição, caindo de uma forma bastante irreal. Faltou um pouco de acabamento nesta parte.

O som do jogo é bem feito e não possui qualquer contra digno de nota. As dublagens são abundantes e muito bem feitas, além de engraçadas. Elas são carregadas com um sotaque britânico bastante forte, dando um ar caricato a alguns personagens. O resultado é muito bom, melhor ainda do que o apresentado no primeiro título. As músicas são excelentes e bem compostas, a maioria orquestrada. O seu uso dentro do game é bem feito e agrada até os mais exigentes.

"Fable II" não tenta ser o mais revolucionário RPG já criado em todos os tempos. Diferente do primeiro título, ele tem os pés mais no chão e acaba fazendo bonito. A interação com os demais personagens e com o cenário é muito boa, sem contar o número de opções disponíveis. Seguir o lado da luz ou se tornar um verdadeiro demônio na terra ficou ainda mais divertido e bem acabado já que o número de ações disponíveis praticamente dobrou. Apesar de alguns probleminhas aqui e ali, a experiência de uma forma geral é recompensadora. Coloque suas ações na balança e caia de cabeça no mundo de Albion. É a sua vida que está em jogo.

Prós e Contras

Prós
- Jogabilidade está ainda mais variada, já que as possibilidades de interação dentro e fora das cidades aumentaram consideravelmente;
- O sistema de batalha pode parecer muito limitado no início do jogo, mas com o tempo o jogador acaba percebendo que o game não para de evoluir neste sentido, ganhando corpo e ficando cada vez mais divertido;
- O visual é bastante cartunizado, mas nem por isso ruim. As texturas são ótimas e os efeitos de iluminação chamam a atenção;
- A possibilidade de ser um herói ganancioso e outras variações confrontantes enche os olhos daqueles que gostam de explorar bem o game;
- Ter ao seu lado o melhor amigo do homem!

Contras
- História não possui muita profundidade e só engrena próximo do final, principalmente pela natureza do título que é dar a maior liberdade possível ao jogador;
- O título possui alguns problemas de acabamento como sistema de colisão falho e animações truncadas;
- A falta de um mapa global do reino de Albion poda muito a imaginação do jogador em relação ao universo em que vive, já que as representações visuais das localidades não são suficientes;
- Design do menu poderia ser mais funcional;
- O melhor amigo do homem é mais fiel que sua própria esposa!

Veredito
Fable II não tenta ser o mais revolucionário RPG já criado em todos os tempos. Diferente do primeiro título, ele tem os pés mais no chão e acaba fazendo bonito. A interação com os demais personagens e com o cenário é muito boa, sem contar o número de opções disponíveis. Seguir o lado da luz ou se tornar um verdadeiro demônio na terra ficou ainda mais divertido e bem acabado já que o número de ações disponíveis praticamente dobrou. Apesar de alguns probleminhas aqui e ali, a experiência de uma forma geral é recompensadora. Coloque suas ações na balança e caia de cabeça no mundo de Albion. É a sua vida que está em jogo.


NOTA: 9.0

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